O QUE:
Este artigo propõe uma filosofia de design emergente, o "Design Participativo Mais-que-Humano", que inclui entidades não-humanas (como plantas e ecossistemas) como stakeholders no processo. Utiliza a "postura intencional" para legitimar as perspectivas não-humanas, exemplificando a aplicação em sistemas de iluminação inteligente.
E DAÍ:
Isso representa uma mudança de paradigma significativa no design, ampliando o público-alvo para além dos humanos e integrando as necessidades e perspectivas de ecossistemas. Implica o desenvolvimento de novas metodologias para representar e dar voz a entidades não-humanas, como sensores ambientais ou personas ecológicas.
O QUE MUDA:
O design pode se tornar intrinsecamente mais responsável ecologicamente, incorporando a sustentabilidade e a biodiversidade desde as etapas iniciais do projeto. Isso fomenta a colaboração multidisciplinar, permitindo que ecologistas e comunidades co-criem ambientes e artefatos que respondam ativamente aos ecossistemas.
SE O SINAL CRESCER:
Se este sinal ganhar força, o Design Mais-que-Humano poderá se consolidar como uma abordagem padrão, levando a metodologias robustas para representar entidades não-humanas e integrar plenamente a responsabilidade ecológica. Isso resultaria em designs que não apenas atendem às necessidades humanas, mas também promovem a saúde e o bem-estar dos ecossistemas, com uma participação mais ampla de especialistas e cidadãos.
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