O QUE:
A ciência da atribuição climática avançou significativamente, provando que as mudanças climáticas estão tornando eventos extremos como ondas de calor, incêndios florestais e inundações muito mais prováveis e intensos. Essas condições climáticas extremas têm um impacto direto e devastador na saúde pública global, como evidenciado por milhares de mortes atribuídas ao calor na Europa e o aumento de outras ameaças à saúde.
E DAÍ:
A ligação inequívoca entre a crise climática e os riscos à saúde pública global eleva a urgência da ação climática. Os impactos são desproporcionais, afetando mais severamente as comunidades vulneráveis, exacerbando as desigualdades existentes e representando uma ameaça crescente à segurança alimentar e hídrica.
O QUE MUDA:
Este cenário exige uma reorientação global para políticas que priorizem não apenas a mitigação e adaptação climática, mas também a justiça social e de gênero. Aumentar a representatividade de mulheres nas lideranças globais e dar voz a ativistas climáticas mulheres é crucial para soluções mais equitativas e eficazes, transformando a abordagem da governança global, da saúde pública e do desenvolvimento sustentável.
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