A produção global de borracha natural deve ficar aquém do consumo pelo quinto ano consecutivo em 2025, com a produção praticamente estagnada em relação ao aumento da demanda. O clima (El Niño) e as doenças foliares adicionam risco à oferta, impactando a produção em importantes países produtores como Indonésia e Vietnã.
E daí?
Essa escassez pressiona os custos em setores como o automotivo e o de dispositivos médicos, impulsionando o aumento dos preços da borracha natural. Isso incentiva a busca por alternativas como compostos híbridos, reciclagem, bioborracha e borracha sintética, além de pressionar as empresas a repassarem os custos mais altos aos consumidores.
O que muda?
Empresas devem considerar estratégias de hedging e diversificação geográfica de fornecedores para mitigar riscos. Há também um incentivo para P&D em formulações com maior conteúdo reciclado e foco em reparabilidade, buscando reduzir a dependência da borracha natural e seus custos variáveis.
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