Representatividade significativa
10,9% dos profissionais de TIC se identificam como LGBTQIAPN+.
Dentro desse grupo: 68,8% são analistas, 10,1% coordenadores e 12,5% ocupam cargos de gerência.
Mais de metade se sente incluída
57,5% destes profissionais percebem seu ambiente de trabalho como inclusivo.
Isso indica progresso substancial, embora exista espaço para melhorias.
Avanços impulsionados por boas práticas
A Brasscom, com mais de 20 mil respondentes e grandes empresas parceiras, mapeou práticas eficazes como:
Metas de contratação focadas em diversidade LGBTQIAPN+.
Programas de mentoria e espaços seguros.
Treinamentos sobre conscientização e equidade.
Garantia de equidade salarial.
Sustentabilidade requer políticas eficazes
Segundo Roberta Piozzi, da Brasscom, é essencial que as empresas consolidem esses avanços por meio de políticas, treinamentos, espaços seguros e monitoramento contínuo.
Insights acadêmicos complementares
Um estudo recente com 40 desenvolvedores LGBTQIAPN+ em equipes ágeis apontou:
A segurança psicológica e políticas inclusivas são fundamentais para a colaboração e inovação.
Recursos como pair programming e reuniões diárias podem reduzir vieses quando bem adaptados.
O home office melhora o conforto para muitos, mas pode aumentar o risco de isolamento.
Resumo
A presença LGBTQIAPN+ no setor de TIC já é relevante (~11%).
Mais de metade se sente em um ambiente inclusivo—um progresso concreto.
Mas desafios persistem, especialmente em liderança, segurança emocional e continuidade de práticas.
Ações eficazes incluem políticas claras, mentoria, espaços seguros, equidade salarial, sensibilização e formas de trabalho colaborativo.
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