O autor defende que o futuro do trabalho deixará de estar centrado em empresas tradicionais e migrará para ecossistemas descentralizados — especialmente DAOs (Organizações Autônomas Descentralizadas) e redes cripto que coordenam, medem e recompensam contribuições de forma inovadora.
Transformação no modelo de trabalho: Em vez do clássico “work-to-earn” (trabalhar para ganhar), o futuro será dominado por diversos formatos como: “play-to-earn”, “learn-to-earn”, “create-to-earn”, entre outros — ilustrando como ações diversas passam a gerar valor e renda.
O papel dos DAOs: Para viabilizar essa nova dinâmica, são necessárias DAOs capazes de coordenar atividades fora das estruturas corporativas tradicionais. Elas funcionam como um novo “layer” de coordenação, em que o valor é distribuído diretamente aos participantes conforme sua contribuição.
Modelos de contribuição dentro das DAOs:
Core contributors — work-to-earn: quem contribui com trabalho recebe compensação direta.
Bounty hunters — contribute-to-earn: recompensas por metas pontuais ou entregas específicas.
Network participants — participate-to-earn: participação na rede gera retorno.
Play-to-earn, learn-to-earn, create-to-earn — formatos inovadores de criação de valor.
Token holders — invest-to-earn: ganho por meio de investimento ou posse de tokens.
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