O QUE:
A participação das mulheres em cargos de liderança e funções estratégicas cresce globalmente, impulsionada por políticas de diversidade, avanços tecnológicos e mudanças nas expectativas sociais, apesar de resistências culturais e do debate sobre o fim da chamada 'cultura WOKE'.
E DAÍ:
Essa transição redefine o equilíbrio de poder nas organizações, amplia a diversidade de perspectivas e pode gerar impactos positivos na inovação, na performance empresarial e no crescimento econômico sustentável.
O QUE MUDA:
Mudança nos modelos de liderança, fortalecimento de ambientes de trabalho inclusivos, maior representatividade feminina em setores antes dominados por homens e adaptação das empresas para reter e desenvolver talentos diversos.
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