A Inteligência Artificial Agentic (IAA) está ganhando força, com projeções de que 33% das aplicações de software empresarial incluirão capacidades agentic até 2028. No entanto, muitas empresas estão praticando 'agent washing', vendendo automações simples como se fossem verdadeiros agentes de IA autônomos. A Gartner estima que mais de 40% dos projetos de IA agentic serão cancelados até 2027 devido a custos elevados e valor comercial incerto.
E daí?
O 'agent washing' cria expectativas irreais e decisões de compra ruins, impulsionando o hype em torno da IA agentic. Empresas podem desperdiçar recursos em soluções que não entregam a autonomia e inteligência prometidas, levando à erosão da confiança e ao atraso na adoção de tecnologias verdadeiramente transformadoras.
O que muda?
Para evitar o 'agent washing', é crucial avaliar cuidadosamente as capacidades dos agentes de IA, buscando demonstrações práticas de autonomia, aprendizado contínuo e capacidade de adaptação. A transparência sobre os componentes determinísticos e probabilísticos dos sistemas também é essencial, assim como a definição de padrões claros de desempenho e resultados mensuráveis.
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