O QUE
Rodadas recentes de tarifas dos EUA (com abrangência superior a 60 países) entraram em vigor em agosto/2025, desencadeando ajustes e acordos seletivos;
o WEF resume que a OMC revisou para +0,9% o crescimento do comércio em 2025, mas reduziu 2026 para 1,8% à medida que o efeito pleno dos aumentos tarifários pesar sobre confiança, investimento e cadeias.
E DAÍ
No curto prazo, houve 'front-loading' de importações que suavizou 2025;
no médio prazo, prevê-se fricção nos custos, reroteamento de cadeias, maior incerteza regulatória e risco de fragmentação—com impactos setoriais assimétricos e pressão inflacionária residual.
A OMC e a imprensa econômica apontam que 2026 concentra os riscos mais severos.
O QUE MUDA:
Estratégias de comércio exterior e sourcing precisarão incorporar tarifas como variável permanente (friend-shoring, nearshoring, acordos bilaterais-ponte), com novas geografias de montagem e logística;
governos e empresas terão de reforçar inteligência tarifária, cláusulas de ajuste em contratos e financiamento de capital de giro para choques de custo.
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