O que:
As empresas globais enfrentam uma encruzilhada: aprofundar as políticas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) ou recuar diante da pressão política e ideológica crescente.
E daí:
Essa polarização cria diferentes trajetórias de competitividade: companhias que integram DEI em sua governança tendem a inovar e atrair talentos, enquanto as que recuam podem reduzir riscos imediatos, mas perdem em reputação e engajamento no longo prazo.
O que muda:
A diversidade deixa de ser pauta periférica e se torna decisiva para estratégias de negócio, afetando relações com investidores, consumidores e talentos.
Imagens
