A cultura está sendo vinculada de forma mais explícita à agenda climática, à resiliência territorial e à diversidade de modos de vida. A UNESCO vem tratando cultura e ação climática como tema central, incluindo patrimônio, criatividade e soluções culturais para desafios ambientais.
E daí?
O sinal desafia a premissa de que as narrativas de futuro mais influentes continuarão vindo prioritariamente de centros ocidentais e urbanos.
O que muda?
O sinal pode escalar e impactar a produção audiovisual, a arte contemporânea, a educação, a diplomacia cultural e a legitimidade simbólica de povos e territórios historicamente marginalizados.
Se sinal crescer
Quando o sinal chegar ao mainstream, a maneira como o mundo imagina o futuro nunca mais será a mesma.
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