O QUE:
A Geração Z, embora seja a primeira a crescer totalmente online, está paradoxalmente se afastando da tecnologia e do consumo desenfreado. Essa tendência de "subconsumo no-tech" se manifesta pelo uso de telefones "burros", rejeição a redes sociais intensas e busca por produtos e experiências mais analógicas e duráveis. A geração busca redefinir o valor da atenção, do tempo e dos produtos físicos, focando na autenticidade e no controle pessoal sobre o ambiente digital.
E DAÍ:
Essa mudança desafia o modelo de consumo digital da geração anterior, sinalizando um afastamento da vigilância constante e do excesso de telas. Ela importa porque a Geração Z está redefinindo o que significa engajamento, valor e bem-estar em um mundo saturado de tecnologia. Isso pode indicar uma busca por um estilo de vida mais intencional e menos influenciado por algoritmos.
O QUE MUDA:
A indústria tecnológica pode enfrentar uma reorientação, com menor demanda por dispositivos e plataformas que promovem o consumo excessivo, e um foco maior em privacidade e funcionalidade essencial. O mercado consumidor pode ver um aumento na procura por bens duráveis, experiências offline e produtos analógicos. No trabalho, a Geração Z prioriza carreiras alinhadas aos seus valores e rejeita a cultura de influenciadores, buscando propósito e equilíbrio.
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