A iniciativa busca unir saberes tradicionais e inovação tecnológica para fortalecer a conservação da Mata Atlântica no extremo Sul da Bahia (região entre Canavieiras e Alcobaça). O foco é transformar as Unidades de Conservação (UCs) em motores de desenvolvimento econômico e social para as comunidades locais. Com isso a iniciativa desafia a premissa de que ecoturismo no Brasil é rudimentar e de baixa maturidade tecnológica
E daí?
Através do planejamento e do uso da tecnologia é possível utilizar as áreas protegidas em locais de turismo e educação ambiental, além da geração de renda local, provando que a conservação da natureza pode caminhar junto com o bem-estar das populações locais através de um turismo planejado.
O que muda?
Se e ganhar escala, esse tipo de planejamento promoverá um aumento não só do ecoturismo (diminuindo as concentrações em regiões específicas e superlotadas) como também empreendimento dos residentes locais e inclusive preservação da natureza com os próprios turistas, sendo ressaltado "o cicloturismo, por exemplo, é uma forma de fiscalização cidadã: os ciclistas percorrem áreas onde a equipe do parque não consegue chegar com frequência, e isso inibe atividades ilegais"