O QUE:
Entre 25–34 anos, 47% das mulheres têm bacharelado contra 37% dos homens; a vantagem feminina aparece em todos os principais grupos raciais/étnicos e vem crescendo desde 1995.
E DAÍ?
A assimetria educacional influencia mercados de trabalho e padrões de formação de casais, podendo adiar maternidade e reduzir fecundidade efetiva entre mulheres com ensino superior. Reforça a demanda por políticas de conciliação trabalho-família e por estratégias para reengajar homens no ensino superior.
O QUE MUDA:
Setores intensivos em qualificação podem ampliar trilhas de carreira flexíveis e benefícios parentais para reter mulheres; governos e IES podem desenhar programas de recuperação de matrículas masculinas; efeitos indiretos na idade ao primeiro filho e na composição familiar ganham relevância para a política social.
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