A Dataprev, em parceria com a startup norte-americana DrumWave, propõe um projeto-piloto em que brasileiros poderão vender os dados de seus contratos de consignado e ganhar dinheiro por isso. Este sinal desafia a premissa de que dados pessoais são subutilizados ativos passivos, explorados por grandes plataformas sem beneficiar quem os gera.
E DAÍ? Se o sinal ganhar escala e/ou distribuição: Economia digital e finanças pessoais: dados passam a ser vistos como ativos econômicos. Brasileiros poderiam gerar renda adicional por meio da monetização de suas informações . Mercado de dados e empresas: empresas pagariam diretamente pela coleta de informações com consentimento explícito, mudando a dinâmica atual de captura gratuita. Legislação e privacidade: aceleração de marcos regulatórios que reconheçam direitos sobre dados (titularidade, remuneração, controle), fortalecendo soberania digital. Inclusão financeira e educação digital: o projeto cria iniciativas como “conta-poupança de dados” (dWallet), potencialmente reduzindo desigualdades. Se/quando o sinal se tornar mainstream: Relação entre cidadão e Estado: apps públicos (INSS, Previdência) incorporariam ferramentas para autorização, alienação e remuneração de dados como rotina. Modelo de negócios de plataformas: serviços digitais poderiam oferecer remuneração aos usuários e estratégias de engajamento baseadas em compensação financeira. Economia digital reconfigurada: configuração de um novo mercado regulado, onde dados pessoais são ativos transacionáveis com preço estabelecido, similares a commodities. Cidadania e poder individual: o titular passa a controlar quem acessa seus dados, por que, quando e por quanto, mudando o conceito de privacidade para propriedade. FONTE: Época Negócios: anúncio durante o Web Summit Rio 2025 de piloto envolvendo D
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