O QUE:
Projetos de animal-computer interaction, como o Canine Connect, desenvolvem interfaces físicas (botões, sensores) que permitem a cães acionar comandos simples, como pedir para sair ou avisar ao tutor sobre necessidades, enviando notificações digitais. Essas iniciativas reconhecem o animal como usuário ativo de sistemas de design interativo.
E DAÍ:
Isso demonstra uma tendência emergente de considerar não-humanos no escopo do design de interação, expandindo a lógica da UX para além da centralidade humana. Embora ainda marginal, essa prática sugere novas aplicações em bem-estar animal, saúde veterinária e comunicação assistida entre espécies, desafiando a noção de “usuário” que domina a disciplina.
O QUE MUDA:
No futuro, empresas de pet tech e pesquisadores podem adotar metodologias de UX para criar interfaces híbridas adaptadas às capacidades sensoriais e cognitivas de diferentes espécies, o que amplia radicalmente o campo do design de experiência.
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