O BNY Mellon implementou mais de 100 'funcionários digitais', que são conjuntos de agentes de IA operando de forma autônoma ou semi-autônoma. Esses agentes possuem logins, e-mails e gestores humanos, atuando em tarefas como remediação de pagamentos e correção de código. A plataforma de IA da empresa, Eliza, fornece acesso a modelos de linguagem e ferramentas para os funcionários.
E daí?
Essa iniciativa demonstra uma abordagem agressiva para aumentar a produtividade e os lucros através da IA no setor financeiro. O BNY Mellon argumenta que a IA é um 'superpoder' para seus funcionários e que não planeja reduzir o quadro de funcionários humanos devido a essa implementação. Eles também afirmam ser uma exceção ao estudo do MIT que mostra que a maioria das empresas não obtém retorno sobre seus investimentos em IA.
O que muda?
A adoção de 'funcionários digitais' pode modernizar processos, acelerar entregas e potencialmente reduzir custos no setor financeiro. Embora o BNY Mellon negue a substituição de humanos, a crescente autonomia e capacidade de comunicação desses agentes podem levar a discussões sobre o futuro do trabalho e a necessidade de requalificação da força de trabalho. Outros bancos estão adotando uma abordagem mais cautelosa, como o JPMorgan Chase, que está definindo controles de acesso e gestão para ferramentas semelhantes.
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