O Decreto nº 7.379/2010 reorganiza o Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal (SICOM), integrando comunicação digital, comunicação pública, publicidade, relações com a imprensa e relações públicas em uma estrutura coordenada de gestão comunicacional. A norma fortalece mecanismos de supervisão, transparência e controle estratégico das ações de comunicação governamental.
E daí?
O fenômeno marca a consolidação da comunicação pública como função estratégica de governança estatal em um contexto de crescente digitalização da sociedade. A integração entre comunicação institucional, publicidade, imprensa e plataformas digitais amplia a capacidade do Estado de coordenar narrativas públicas, promover transparência e responder a crises informacionais. Para instituições públicas e educacionais, isso reforça a necessidade de políticas integradas de comunicação, gestão reputacional, monitoramento de ambientes digitais e fortalecimento da confiança pública.
O que muda?
O fenômeno impulsiona mudanças na forma como governos estruturam suas estratégias de comunicação, passando de ações fragmentadas para modelos integrados e orientados por governança, articulação institucional e gestão de informação em tempo real. Também fortalece práticas de controle sobre contratos de publicidade, monitoramento de mídia, transparência da comunicação pública e integração entre comunicação digital, dados, plataformas e participação social em ambientes altamente conectados e influenciados por algoritmos.