O que é:
Empresas brasileiras, sobretudo de grande porte e multinacionais, estão adotando políticas voluntárias de licença paternidade com duração entre 4 e 6 meses.
A prática supera amplamente o limite legal vigente de 5 dias (ou 20 dias para companhias que aderem ao Programa Empresa Cidadã).
Licenças são integralmente remuneradas e, em muitos casos, contemplam diferentes configurações familiares, incluindo casais homoafetivos e pais adotivos.
Exemplos citados no relatório incluem: Grupo Boticário, Volvo Car Brasil, BCG, Siemens, Spotify, Twitter e Oracle.
E daí:
Reposiciona as empresas como líderes em políticas de equidade de gênero e corresponsabilidade parental.
Aumenta a atratividade na captação e retenção de talentos.
Alinha práticas corporativas a padrões internacionais. - Pressiona o ambiente legislativo brasileiro a modernizar a regulação.
O que muda:
Redução do viés de gênero associado à parentalidade.
Maior equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
Ampliação das práticas de diversidade e inclusão nos recursos humanos.
Fortalecimento do engajamento e retenção dos colaboradores.
Se o sinal crescer:
Pode consolidar-se como padrão de mercado para benefícios corporativos.
Servir de referência para mudanças legislativas.
Normalizar o envolvimento masculino no cuidado infantil.
Provocar transformações culturais profundas no papel social dos pais.
Imagens
