O QUE:
Em 2023, 33,9 GtCO2e foram atribuídas a 169 entidades ativas (+0,7% vs. 2022).
O conjunto de CO2 do banco representou 80,3% das emissões fósseis + cimento globais; mais da metade desse CO2 é rastreável a apenas 36 empresas.
Estatais responderam por 22,5 GtCO2e (≈53% do CO2 fóssil+cimento global), investidores por 10,2 GtCO2e (≈24%) e 2 Estados-nação por 1,1 GtCO2e (≈3%).
Top 5 estatais somaram ≈17,6% do CO2 fóssil global, enquanto as 5 investidas listadas somaram ≈5,1%. Por combustível: carvão foi 41,1% e cresceu +1,9% a/a; cimento +6,5%; gás −2,0%; petróleo +0,7%.
E DAÍ:
A concentração em 36 empresas torna viáveis estratégias de mitigação “cirúrgicas” (regulação setorial, acordos de fornecimento, compras públicas e pressão jurídica).
Como estatais dominam a lista e o crescimento, políticas domésticas (especialmente em carvão na Ásia) e mecanismos internacionais ganham centralidade; a própria base tem sido citada em iniciativas legais (p.ex., propostas de 'Climate Superfund' em Nova York e Vermont).
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