O QUE:
A pandemia de COVID-19 intensificou o uso de redes sociais por estudantes universitários, contribuindo para o aumento do estresse percebido e afetando a saúde mental. Este cenário tem levado a fadiga física e emocional, além de uma potencial distorção da percepção da realidade devido à exposição excessiva a diversas fontes de informação.
E DAÍ:
O uso excessivo de redes sociais, combinado com pressões acadêmicas e a incerteza do ambiente digital, compromete a capacidade dos estudantes de gerenciar o estresse e manter o bem-estar psicológico. Isso pode resultar em menor autoeficácia, dificuldades de aprendizado e uma visão do mundo influenciada por conteúdos não verificados, afetando sua capacidade de discernimento e adaptação. Os estudantes tornam-se mais voláteis, incapazes de perceber a realidade nas coisas.
O QUE MUDA:
Há uma necessidade crescente de estratégias educacionais e de saúde mental que abordem o uso consciente das redes sociais e o desenvolvimento da autoeficácia e literacia digital entre estudantes. As instituições de ensino e saúde precisarão desenvolver programas de apoio mais robustos para ajudar os jovens a navegar no ambiente digital sem comprometer sua saúde mental e sua percepção crítica da realidade.