A energia limpa gerou 41% da eletricidade global em 2024, impulsionada pelo crescimento recorde das energias renováveis, especialmente a solar. Apesar disso, picos de demanda por eletricidade levaram a um aumento na geração de energia por combustíveis fósseis, resultando em emissões de CO2 recordes. A energia solar continua sendo a fonte de crescimento mais rápido, dobrando a cada três anos e representando quase 7% do fornecimento mundial. Essa tendencia desafia a premissa da dependÊncia da energia de fontes não renovaveis
E daí?
Embora o avanço das energias limpas seja notável, a demanda global por eletricidade continua a superar o crescimento das renováveis, mantendo a dependência de combustíveis fósseis e elevando as emissões de CO2 a níveis recordes. Isso implica que a transição energética ainda enfrenta desafios significativos para mitigar impactos ambientais como a contaminação da fauna, flora e corais. A continuidade desse cenário exige esforços mais robustos para descarbonizar a matriz energética global e proteger ecossistemas.
O que muda?
O crescimento acelerado das energias renováveis desafia a premissa de intensificação da exploração de petróleo, carvão e gás, projetando uma mudança gradual na matriz energética global. Se a geração limpa continuar a acompanhar o ritmo da demanda, como projetado até 2030, haverá uma redefinição significativa na dependência energética e na geopolítica dos combustíveis fósseis. Isso pode levar a uma menor pressão sobre ecossistemas vulneráveis e abrir novas oportunidades para setores como o turismo sustentável.
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