O QUE:
Brasil (2024, PNAD): razão de sexo total = 95,2 (95,2 homens para cada 100 mulheres). Brasil (Censo 2022): 51,5% mulheres (104,55 milhões) e 48,5% homens (98,53 milhões); razão de sexo = 94,2. Recortes 2024: Tocantins (105,5) e Santa Catarina (100,9) são exceções com maioria masculina; no RJ, entre 60+ anos, são 70,4 homens/100 mulheres; em SP, 77,0/100.
E DAÌ:
A predominância feminina se intensifica nas idades avançadas, refletindo maior longevidade e mortalidade masculina por causas externas. Implica ajustes em políticas públicas (saúde, previdência, cuidados de longa duração), desenho de benefícios e comunicação, além de orientar estratégias de mercado (seguros, finanças pessoais, habitação, consumo) e serviços locais, dado o mosaico por UF
O QUE MUDA:
Gestores e empresas devem incorporar razão de sexo e sua variação etária/territorial em diagnósticos e segmentação: projeções de demanda por serviços de saúde e assistência, reequilíbrio de ofertas de trabalho/cuidados, e políticas de segurança voltadas a perfis de risco masculino.
Monitorar séries PNAD e resultados censitários para recalibrar alocação de recursos e metas.
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